Lowsumerism

Can you identify the phases of this video in our daily lifes?

This video is made by Box 1824 – a company that studies young people between 18 and 24 behaviour, consumption and innovations.

Since the industrial revolution, consumption have been growing continuously. The capitalist culture made the information and material goods excess considered normal. Indutrialization transformed standardization and volum as the basis of all production processes, reducing prices and increasing acess to new items. In this model, the consumer role is passive: with no participation over the process, basically representing only the demand for this massive production. The products do not represent anything personal.

All these changes created a world of insignificant wealth, feelings or human involvement. The sucess of fast fashion, for example, modified several aspects relate to consumption behaviour and fashion business structures. This model growth happened thank to the need of adapting to the consumers needs – bringing fashion information from luxury items into internaltionsal shows and low cost products – putting the consumer as part of the whole process, since design to production.

The technological evolution brough a rapid information sharing and new product ndevelopments in high speed. Today, social, behavioral and environmental consequences of this evolution are being revisited, and companies and consumers are becoming more aware of their responsibilities. Solutions for these modern problems are necessary, and that new products, movements and ideas are thought with bigger objectives and purpose – having the balance between environment, society and people as the main goal.

If we analyse the product development and use process, since extraction of raw materials to end of life, it is possible to find opportunities for innovations that reduce the environmental impact.  

From now on, local production and circular economy will be noticed. Increasingly, products will be made by local partners, and supply chains will be simplified.

The awareness over environmental impacts is growing and companies have been delivering more “green” products. The adoption of new strategies that follow ecologically correct practices is the result of this behavior, having consequences in all areas and sectors. A research made in the USA with more than 1000 adults showed that 70% feel more comfortable purchasing items made by companies with strategies that follow environmental and social responsibilities.

The creation of a good collection in terms of style is not enough anymore to be successful in the fashion industry. An ethical business model is necessary, and the cultural and creative value in the product should have market significance and value, as they are not sold only because of physical characteristis. The scenario today is complex and interconnected, what makes the customer more demanding.

The way products are created now is based on habits, choices, experiences and style of people through new techniques. This emphatic analysis allows the products to represent something for the client, reducing considerably the agressive marketing and publicity to sell products. Managing starts to be focused on experiences for the customers and on value creation, differently from the traditional concern over controls, costs, maintenace, logistics and product and process quality.

All this topics come along the known called “Lowsumerism” – therm that refers to the studies of Box 1824 – that identified this trend. Lowsumerism consists in reducing consumism, and defending a collective consciousness. Movements based in good exchanges, bazars, minimalism, brands collaborations, local consumption, organic and sustainable materials are a reality. Consistantly changing habits that change the economy and end this economical model we are used to see.

The last questions the video makes are very much relevant when we seek a balance in our consumption habits:

  • Do you really need it?
  • Can you afford it?
  • Aren’t you just trying to create a personality or fit social standards?
  • Do you know the product orign and where will it end up by the end of its use life?
  • How many of these items can the world really support?
  • Does this product harm the environment or the people in the production process?
(Portuguese)

Podemos e devemos nos questionar, sempre. Questionar marcas e empresas responsáveis também é importante – todos temos nosso papel e devemos diminuir o ritmo – em ordem de uma melhor qualidade de vida para a gente e para o mundo!

Conseguem identificar as fases do vídeo no dia a dia?! O vídeo é da Box 1824 – empresa que estuda o comportamento, consumo e inovação de jovens entre 18 e 24 anos.

A partir da revolução industrial, o consumo não parou mais de crescer. A cultura capitalista fez com que o excesso de informação e bens fossem considerados normais. A industrialização transformou a padronização e o volume a base dos processos produtivos, reduzindo preços e aumentando o acesso. Nesse modelo, o papel do consumidor é totalmente passivo: ele não tem participação significativa no processo, basicamente representando a demanda dessa produção – os produtos não representam significado pessoal algum. Essas mudanças criaram um mundo de riquezas sem significado, sentimento ou envolvimento humano.

O sucesso do Fast Fashion, por exemplo, alterou vários aspectos em relação ao consumo e a estruturação dos negócios de moda no mundo. A expansão desse modelo se deve principalmente à adequação das mudanças solicitadas pelo consumidor – trazendo informação de moda de artigos de luxo e passarelas internacionais para roupas de baixo custo – fazendo com que ele fosse parte do processo, desde a parte de criação e produção.

Junto a isso, a evolução da tecnologia trouxe o rápido compartilhamento de informações e o desenvolvimento de novos produtos em velocidade recorde. Hoje, consequências sociais, comportamentais e ambientais dessa evolução estão sendo revistas e as empresas e os consumidores estão cada vez mais conscientes sobre a sua responsabilidade perante esse cenário. É preciso que soluções sejam desenvolvidas para esses problemas modernos, e que novos produtos, ideias e movimentos sejam pensados com objetivos e propósitos maiores – tendo como principal resultado o equilibro das necessidades das pessoas, da sociedade e do meio ambiente.

Se analisarmos o processo inteiro de criação e uso dos produtos, desde a extração da matéria prima até o descarte, é possível ver as oportunidades de inovação que reduzem o impacto ambiental.

A partir de agora, um aumento da produção localizada e da economia circular será percebido. Cada vez mais, os produtos serão produzidos por parceiros locais, e as cadeias de produção serão simplificadas.

A preocupação com o impacto ambiental tem crescido muito, e as empresas desenvolvem cada vez mais produtos “verdes”. A adoção de estratégias que acompanham práticas ecologicamente corretas é resultado dessa mudança de comportamento, gerando consequências em todas as áreas e setores. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos com 1000 adultos, mostrou que 70% deles se sentem mais confortáveis consumindo produtos feitos por empresas que tem estratégias e se posicionam em prol do meio ambiente.

A criação de uma coleção boa em termos de estilo não é mais suficiente para que a indústria da moda obtenha sucesso. Um modelo de negócios é necessário, e o valor cultural e de criatividade colocados no produto devem ter significado e valor para o mercado, pois eles não são adquiridos apenas pelas características físicas. O cenário hoje é complexo e interconectado, o que faz com que o consumidor fique mais exigente.

A forma como os produtos são criados, comunicados e vendidos mudou, e a criação é feita com base nos hábitos, escolhas, experiências e estilo de vida das pessoas através de novas técnicas. Essa análise empática permite que os produtos por si só representem algo para o cliente, diminuindo consideravelmente o uso de marketing e publicidade agressivas para vender produtos. O gerenciamento, dessa forma, passa a ser focado em experiências para o cliente e na criação de valor significativo, diferente da tradicional preocupação com controle, custos dos produtos ou serviços, manutenção, logística, e qualidade dos produtos e processos.

Tudo isso vai ao encontro do chamado “Lowsumerism” – termo que faz referencia aos estudos da Box 1824 – que identificou essa tendência de mudança de hábitos de consumo. O Lowsumerism consiste em diminuir o consumo e defender a consciência coletiva. Movimentos baseados em trocas de roupas e bens, desapego de coisas que não usamos mais, bazares, brechós, minimalismo, colaboração entre marcas, consumo local, orgânico e sustentável são uma realidade. Mudanças de hábitos consistentes que mudam a economia e acaba com o que estamos acostumados a ver – o que compramos tem muito mais valor e representa significados pessoais e para o planeta.

Os últimos questionamentos do vídeo são bastante pertinentes quando estamos em busca do equilíbrio e do não consumo:

  • Você realmente precisa disso?
  • Você pode pagar por isso?
  • Você não está apenas tentando firmar personalidade ou se encaixar em algum padrão?!
  • Você sabe a origem do produto e para onde ele vai depois de ser jogado fora?!
  • Quantas dessas compras o mundo pode realmente suportar?!
  • Você acha que a sua compra prejudica o meio ambiente e o planeta?!

Podemos e devemos nos questionar, sempre. Questionar marcas e empresas responsáveis também é importante – todos temos nosso papel e devemos diminuir o ritmo – em ordem de uma melhor qualidade de vida para a gente e para o mundo!

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