Sustainability – marketing, purpose, strategy or responsibility?!

(Portuguese below)

Sustainability has been related to many areas and topics.

In a previous post, we spoke about different meanings the term can have in the market and in organizations around the world.

To implement sustainable practices in our processes, products and resources can represent different things for different companies and sectors. Being environmentally correct, ethic and at the same time maintain financial health is the formula most spread in strategic organizational formats.

The current necessity of a brand to defend a cause or a purpose, being these of any aspect, there is the greater question we should ask: if that is really a reality within the boundaries of the company or if they are using it only for communication or engagement. Having a purpose has, for sure, a big impact in the world and people. But there are questions to be asked: what do makes sense for my business? Is it design? Or is it the purpose?

A lot of small brands start with a strong purpose, but forget about the rest of the business: what about the product, the structure, the future plan implementation? Will it bring revenue? Sustainability is not a REASON, is a WAY of doing things. What I mean is that being sustainable only do not sell products. You need to have a great story, purpose, as well as a great product.

Sustainable practices are, today, the basis of any industry, brand, business or organization. Being sustainable is not, and can’t be, a marketing strategy or even being used as a purpose by itself. Being sustainable will be being “normal” in a near future. Strategically, this should be thought and implemented in a format that makes sense – for the brand and for the customer. We shouldn’t raise flags in order to be in the media, if it is not, in fact, our basic practice. If that happens, every year we will change our purpose. And that is not the purpose.

Be sustainable as much as possible, and implement it everyday in your business and brand, work with ethic and respect for people and the environment. And maintain the company financially healthy.

Do what makes sense, and what brings balance to routine. Be transparent: if it is not possible to adapt your business with organic materials, it is ok! Let’s search for better options until you make it possible. While the market build awareness around the topic, we will be creating a world that is going to a single place: where we will all be the same, with prosperity.

Did you see what Vert says about this subject in a post of @bof?!

bof vert

O assunto sustentabilidade hoje tem sido abordado de diversas formas.

Em um post anterior, falamos sobre os diferentes significados e apresentações que esse termo pode ter no mercado e nas organizações no mundo todo.

Colocar em processos, produtos e recursos práticas sustentáveis pode representar diferentes conotações em diferentes empresas. O ser ecologicamente correto, agir de forma ética e, ao mesmo tempo, manter saúde financeira é a “fórmula” mais falada e comentada em formatos estratégicos e organizacionais.

Levantando um questionamento recentemente a respeito de o quão necessário é uma marca hoje levantar uma “bandeira” como propósito – seja ela o feminismo, a sustentabilidade, a ética, o feito a mão, o luxo – fica a grande dúvida se isso é realmente uma realidade dentro das empresas ou se apenas virou uma forma de comunicação e engajamento nas redes.

Ter um propósito tem sim um grande impacto social no mundo, e também pessoal para quem produz e cria uma empresa focando naquilo que mais acredita. Mas vale a pena olharmos de uma forma mais estratégica e perceber o que realmente faz uma marca vender produtos hoje: é o design? Ou é o propósito?!

Vejo muitas empresas pequenas, que se agarraram em um propósito, se questionando o por que – se estão dentro dos assuntos e argumentos que mais são falados hoje (como sustentabilidade e propósito e ética) – não estão vendendo e conseguindo se manter.

Esse questionamento é válido uma vez que, para ser SUSTENTÁVEL, a parte econômica é essencial. E, se a marca levanta uma bandeira incrível, mas o produto é caro e o público abraça a causa mas não compra o produto – talvez a melhor forma é oferecer algum outro tipo de serviço ou produto que entregue mais o objetivo real que “propósito” oferece. 

Outra grande questão é justamente esse custo do defender um propósito ou uma bandeira – um material extremamente caro, incrível, mas caro – que ainda é novidade, poucas marcas usam, talvez seja “inviável” economicamente de ser colocado em uma coleção em um primeiro momento – não que, num futuro próximo, ele não esteja cada vez mais acessível e faça cada vez mais sentido. Só a avaliação deve ser feita realmente – e, inclusive, deve ser testada com o público da marca pra ver se aquilo faz sentido antes de, por exemplo, escolher um material 5x mais caro do que o atual.

As práticas sustentáveis hoje, acredito, são a base de qualquer indústria, marca, empresa ou organização. Ser sustentável não é, e não pode ser, apenas uma forma de marketing ou mesmo ser defendida como um propósito por si só. Isso é e cada vez mais vai ser “básico”.

O papel de marcas de defenderem práticas cada vez mais sustentáveis é um dever de cada uma – e trazer isso a tona pro consumidor e pro mundo é necessário.

Estrategicamente, isso deve ser pensado e implementado de uma forma que faça sentido – pra marca e pro cliente. De nada adianta levantarmos uma bandeira apenas com objetivo de estarmos “inseridos” nas notícias e nas práticas atuais de todas as outras marcas – se isso não for, de fato, um prática base. Se não, a cada ano, vamos ter que mudar o nosso propósito. E esse não é o propósito, certo?!

Repensar o que estamos entregando vai além do acompanhar simplesmente o que acontece no mundo – e sim implementar aquilo que realmente faz sentido pra nós como pessoas e pra nós enquanto marcas e empresas.

Seja sustentável o quanto possível, e cada vez mais implemente isso, trabalhe com ética e com respeito as pessoas e ao meio ambiente, e mantenha a empresa saudável financeiramente – afinal, o futuro de qualquer organização também depende desse fator – é de onde as novas ideias, práticas, investimentos e, talvez, desenvolvimento de novos materiais mais sustentáveis possam vir.

Isso tudo pra dizer que: faça aquilo que faz sentido, e aquilo que trás EQUILÍBRIO para as rotinas, as pessoas envolvidas e os resultados obtidos. E seja transparente: ainda não tem como adequar sua marca/empresa para usar o tecido orgânico?! Tudo bem! Vamos buscar outras opções que ainda assim são sustentáveis e talvez não tão caras?! Enquanto isso, o mercado responde, e nós vamos aos poucos criando um mundo onde tudo está conectado e tudo caminha pra um único lugar: onde seremos mais e mais prósperos em todos os sentidos – e nossas práticas vão resultando em uma realidade equilibrada, com materiais cada vez mais inovadores e sustentáveis. 

Já viram o que a empresa Vert fala sobre esse assunto em um post na @bof?!

bof vert

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